AULA DESTA SEMANA - HOMOSSEXUAL
HOMOSSEXUAL – DONG SIN LIEN
TRANSSEXUAL – BIEN SIN LEN
GAY – NAN SIN LIEN
LESBICA – NUI DON SIN
GAUCHO MACHO – (continua na próxima edição)
LÍDER DE PARADA GAY É PRESO NA CHINA
A polícia chinesa deteve um dos organizadores de uma parada gay em Changsha, cidade de 7 milhões de habitantes na região central do país, um sinal do nervosismo do governo diante do fortalecimento das reivindicações de direitos individuais mais amplos no país. Preso depois do desfile, o homem de 18 anos, identificado apenas pelo sobrenome de Xiang, terá de passar 12 dias recluso num centro de detenção por ter organizado uma manifestação ilegal, segundo nota publicada no site da polícia local.
De acordo com o jornal Xiaoxiang Morning News, de Changsha, momentos antes da parada Xiang declarou ter a expectativa de que o evento levasse a população a questionar a discriminação contra gays, lésbicas, bissexuais e transexuais, e também a "ter uma compreensão mais adequada sobre nós".
Na China, toda passeata e manifestação pública depende de autorização prévia da polícia, que dificilmente é concedida.
BRASILEIRO NOVO PRESIDENTE DA OMC DARÁ CARGO DE DESTAQUE PARA A CHINA
Em retribuição ao apoio recebido desde o início, Roberto Azevêdo deve nomear um chinês para ser um de seus quatro vices na Organização Mundial do Comércio; os demais seriam da África (de onde vieram 40 votos), dos Estados Unidos e da Europa
A negociação faz parte dos acordos entre Brasil e China para garantir que o maior exportador mundial colocasse todo seu peso em defesa de Azevêdo na eleição. Pragmático, o brasileiro que venceu a eleição para diretor-geral da OMC também distribuirá cargos aos EUA e à Europa, regiões que não votaram nele, mas se comprometeram a não bloquear seu nome. A África, de onde veio mais de um terço dos votos de Azevêdo, também ganhará um cargo.
BRASILEIROS CONHECERÃO MODELO DE EDUCAÇÃO CHINESA
Uma empresária do sul da China foi condenada à morte na mais recente ofensiva do governo contra empréstimos ilegais no país.
O Tribunal Intermediário do Povo de Wenzhou informou que Lin Haiyan foi condenada por "captação ilegal de fundos" ao coletar 640 milhões de yuan (US$ 101 milhões) de investidores individuais depois de prometer altos retornos e baixos riscos.
Empresários chineses, que muitas vezes não conseguem obter empréstimos do sistema bancário estatal, confiam em tais procedimentos informais para arrecadar dinheiro. Os órgãos reguladores começaram a aumentar os controles depois que uma onda de calotes gerou protestos dos credores.