História do 1ªLinha
O jornal “1ª Linha” teve sua primeira edição publicada em 16 de março de 1989 com o título de “2ªMão”. Surgiu em uma época definhada pelas incertezas econômicas, o país lutava contra a inflação denominada “galopante”, e já se ouvia falar em globalização. Com oito páginas inicialmente, o preço de venda de cada exemplar era de Ncz$ 0,20. O fundador do jornal é o jornalista, cartunista, publicitário e administrador Francisco Heitor Fernandez (Heitor).
Naquela época a montagem das páginas era totalmente artesanal, distribuída entre (Arte e diagramação) Reciel Rocha, e (composição) Luiz C. Nunes. No início eram impressos 500 exemplares na Editora Liberação, proprietária do extinto jornal “Nosso Tempo”.
Em seu segundo ano de existência, mais dois sócios passaram a integrar o quadro da empresa, José Dionízio Canzi e Lucivo Bloch.
Alguns anos depois o nome do jornal foi mudado para 1a Linha, porque muitas empresas com produtos de qualidade se recusavam anunciar, por acreditarem que o nome “Segunda Mão” era pejorativo; denegria seus produtos e marcas. Com a mudança, aumentou o leque de anunciantes. Empresas de qualidade passaram a anunciar.
Muitas das empresas com publicações nos primeiros exemplares do jornal, já não existem mais. Os motivos de seus fechamentos são os mais variados e não vêm ao caso, o importante é que ficaram registradas na história deste jornal. Acreditaram no projeto e subsidiaram os classificados grátis fornecidos para a população, criando assim um elo forte entre consumidores e empresas.
O Jornal 1ªLinha, segmentado a anúncios grátis e negócios, foi criado com o firme propósito de aproximar a população economicamente ativa.
Com sistema simplificado de divulgação, hoje o leitor passa seus anúncios por telefone, tendo 22 linhas a disposição, com atendimento personalizado.
A origem de cada ligação é registrada através de um identificador de chamadas que é armazenada em banco de dados.
São mais de quatro mil classificados por semana, que representam 4 mil famílias beneficiadas através deste poderoso veículo de comunicação.
Muitas empresas já descobriram as facilidades de se ter o Primeira Linha como vendedor. Todos os dias ele é carregado para dentro das casas dos consumidores onde toda família lê, aumentando assim o efeito multiplicador. São mais 20 milhões de reais em negócios divulgados todos os anos (estimativa feita em 2004).
Por tudo isso - este jornal consagrou-se como o ponto de encontro de quem compra com quem vende na região da Tríplice Fronteira. Jornal Primeira Linha – é muito mais negócio.